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terça-feira, julho 14, 2009

EM TRÂNSITO - 4º Espetáculo da Cia. Espaço em BRANCO


Com orgulho estreiamos na Sala Qorpo Santos - UFRGS nosso novo espetáculo
EM TRÂNSITO
com Lisandro Bellotto
Direção Sissi Venturin
Luz Mariana Terra
Dramaturgia e Multimídia João de Ricardo
Fotos Bruno Gularte Barreto

O Espetáculo cumpriu temporada de uma semana, com seis apresentações, durante a Mostra do DAD - Departamento de Arte Dramática UFRGS
Interessante também dier aos amigos que este é meu primeiro texto integralmente encenado , a primeira direção da Sissi e o primeiro solo do Lisandro. Estamos felizes com este desvirginamento coletivo e triplo!
=D

terça-feira, abril 07, 2009

TERESA tem nova TEMPORADA!

Teresa e o Aquário entra em cartaz dia 10 de abril
na Sala Álvaro Moreyra do Centro Municipal de Cultura (Érico Veríssimo 307),
sempre sextas e sábados às 21h e domingos às 20h,
até 10 de maio!!

Os ingressos custam:
R$ 20,00 inteira
R$ 10,00 idosos, estudantes e classe artística
R$ 16,00 Clube do Assinante ZH

quarta-feira, março 04, 2009

TERESA E O AQUARIO 2009


2009 a peça volta a cartaz no Espaço Ox do Bar Ocidente, nas quartas-feiras de 11 a 25 de março às 21h, e em seguida na Sala Álvaro Moreyra, de 10 de abril a 10 de maio, sextas e sábados às 21h e domingos às 20h
www.teresaeoaquario.carbonmade.com
www.teresaeoaquario.blogspot.com

segunda-feira, março 02, 2009

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Crítica saída do forno!!!!!!

O querido amigo, professor, diretor, ator, articulador, teórico e poeta e professor e quantas coisas mais.... Luiz Paulo Vasconcellos escreveu na Revista APLAUSO deste mês uma crítica sobre o novo espetáculo da Cia. Espaço em BRANCO, que vcs ja devem estar carecas de saber, foi dirigido por mim. Poxa, quanta generosidade nas suas palavras. Agradeço muito, querido, o escrito e compartilho aqui com os amigos da web.


_Teresa e o Aquário

Luiz Paulo Vasconcellos

Eu, que nasci no tempo do bonde e das máquinas Remington, confesso que nunca tive grandes dificuldades para acompanhar o surgimento de obras de alguns dos mais revolucionários ícones do modernismo - Dali, Bracque, Boulez, Ionesco, Beckett, Joyce, Kafka - mas confesso que tenho muita resistência para reconhecer legitimidade e coerência em obras situadas no contexto do pós-modernismo. Para mim, pós-moderno passou a ser apenas um recurso retórico, um discurso acadêmico, sem uma obra sequer, fosse em teatro, cinema, literatura, música ou artes plásticas, que configurasse, desse vida e representatividade a tal conceito. Até a estréia de Teresa e o Aquário, baseada num conto de Luciano Mattuela, com direção de João Ricardo, agora pós-modernamente auto-intitulado João de Ricardo. Mas deixemos de lado a inutilidade da partícula de ligação e voltemos à obra do jovem encenador.

João Ricardo - foi assim que o conheci e é assim que o tratarei até a morte - foi no início de sua carreira aquilo que os franceses chamam de enfant terrible, ou seja, um inconformado com as linguagens vigentes, um pesquisador, no melhor sentido da palavra, de narrativas que agregassem meios diferentes, corporais, visuais, sonoros, abordando temas geralmente transgressores ou, pelo menos, fora das convenções usuais. Foi assim que ele dirigiu Serpente: Pulp & Nelson Rodrigues, do próprio Nelson, Shopping and Fucking, de Mark Ravenhill, Extinção, a impossibilidade física da morte na mente de alguém vivo, livremente inspirado numa peça de Nicky Silver, e Andy/Eddie, de Diones Camargo, seu último espetáculo antes de se mandar para Campinas para fazer o Mestrado. Dois anos depois ele está de volta e nos trás esta Teresa e o Aquário - como posso definir? - a mais concreta, orgânica e representativa experiência pós-moderna que já tive a oportunidade e o prazer de assistir nesta minha já longa vida pós-bonde e pós-máquinas Remington.

Pós-modernismo, pelo menos para mim, sempre se aproximou mais de uma negação do que de uma afirmação com identidade própria. Ou seja, ser pós-moderno era não ser isto ou aquilo, o que o espetáculo de João Ricardo vem negar. Ou polemizar. Ou contestar. Não importa. O que importa é que o espetáculo existe, tem forma e conteúdo, se fundamenta num princípio de fusão de linguagens, embora mantendo o pés na terra do referencial dramático. Mesmo que pós-dramático. Deu pra entender?

Em Teresa e o Aquário não há narrativa contínua, ou seja, não há uma história sendo contada, começo-meio-fim, causa e conseqüência, essas coisas, mas na medida em que os recursos de linguagem avançam - ator, gesto, movimento, espaço, palavra, corpo, vídeo, foto, cinema, música, som, luz - os signos vão adquirindo sentido e, automaticamente, você, espectador, vai formando na sua cabeça uma história, a sua história, talvez até diferente da que está sendo formada na cabeça do cara que está a seu lado, mas que, no fim de contas, tece o desenvolvimento narrativo. E aqui, então, as coisas se fundem. Relato, estética, política, psicologia, comportamentos, emoções, valores, códigos, tabus, tudo vai se ligando na medida em que o jogo das linguagens vai avançando, acelerando, os silêncios vão se impondo, as formas vão se contrapondo. Afinal, não seria o pós-moderno aquilo que apresenta o inapresentável? No espetáculo de João Ricardo são as formas que nos sugerem os sentidos, criam o elo de ligação entre sujeito e vontade, vontade e emoção, emoção e razão, razão e certeza, certeza e possibilidade.

Como todos nós sabemos, teatro é uma arte coletiva. E o coletivo em Teresa e o Aquário é a soma de individualidades poderosas: Sissi Venturin e Lisandro Belotto, os atores, no melhor de suas carreiras; Diones Camargo na dramaturgia; multimídia de Bruno Gularte Barreto; iluminação de Liliane Vieira e música de Roger Canal.

Última cena: a platéia. A do Theatro São Pedro, na noite da estréia, não era necessariamente uma platéia de teatro, muito menos de um tipo de teatro, teatro-arte, teatro-pesquisa, teatro-porrada, teatro-transgressão. Havia o fato de ser o resultado de mais um Prêmio Habitasul de adaptações literárias, havia um desfile de modas antes da apresentação, essas coisas. Pois às dez da noite começou o espetáculo. E durante duas horas o silêncio que se impôs era desconcertantemente eloqüente. Era comovente. Ao final, aplausos, sinceros e insistentes. O recado estava dado. Cada um havia entendido alguma coisa. E todo mundo estava emocionado. Valeu, João de Ricardo.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

TERESA E O AQUARIO

Album de ftoos by Pedro KAran
Tiradas da estréia em Porto Alegre no Theatro Sao Pedro

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Comentário publicado na Zero Hora e no Blogue do Renato Mendonça, muito legal!

Lisandro Bellotto e Sissi Venturin em "Teresa e o Aquário",
foto de Marcos Nagelstein

Mergulho na memória

Foi um sábado de surpresas no Theatro São Pedro. A primeira delas, desagradável, foi o atraso de mais de uma hora na apresentação da montagem Teresa e o Aquário, algo inédito para os padrões de pontualidade da casa comandada por Eva Sopher. A razão foi um desfile de modas que precedia a peça.

A segunda surpresa, agradibilíssima, foi Teresa e o Aquário, vencedora do 8º Prêmio Habitasul de Montagem Cênica (para acessar o blog da peça, clique aqui). Ou melhor, foi Teresa, o Aquário e a disposição da Cia Espaço em Branco de explorar os limites da encenação. Os trabalhos anteriores do diretor João de Ricardo _ Extinção (2005) e Andy/Edie (2006) _ já sinalizavam elementos que ele explorou radicalmente ao longo das duas horas de Teresa...., principalmente, o uso de projeções em cena para multiplicar os pontos de vista da cena e permitir que o espectador tenha acesso a detalhes.

A partir do conto Teresa ainda Olhava para o Aquário, de Luciano Mattuella, João e seu grupo montaram uma história de Romeu e Julieta contemporânea, lisérgica e multimídia. O enredo básico: homem encontra mulher, os dois pensam que descobriram suas almas gêmeas, o par enfrenta o desgaste do dia-a-dia. O fardo de viver termina em "morte": Teresa mergulha no aquário e no sonho, seu companheiro fica paralisado por suas memórias. No final, quem diria, o amor triunfa. De alguma forma, os dois voltam para a água, para o útero, para o que é móvel e consegue mudar de forma.

Para representar isso, João esqueceu o que é o teatro tradicional. As conhecidas varas de luz sobre o palco tomaram a forma de spots no palco e de varas coloridas, portáteis e fluorescentes. Cenário: nem pensar, só imaginar. O som, criado em tempo real ao trompete, escaleta e maquininhas eletrônicas por Roger Canal, era feito às vistas do público. O próprio João estava em cena, manejando a câmera. Ao contrários do delírio verbal de Extinção e de Andie/Edie, as falas em Teresa e o Aquário são bem mais rarefeitas e agudamente confessionais, como se fossem pequenos blocos de memória boiando e se chocando no pequeno espaço de um... aquário.

Nas palavras do próprio João, Teresa e o Aquário é uma peça esburacada, que convida (ou desafia) o espectador a preencher as sugestões visuais e sonoras com sua própria bagagem. Ou seja: típico espetáculo que será amado por alguns e odiado por outros. Mas dá gosto e orgulho ver a coragem da Cia Teatro em Branco ao descartar fórmulas teatrais consagradas para contar sua história. Assumindo o risco, o grupo partiu da história para construir uma fórmula original, alheio a caminhos mais fáceis para o público e para o elenco. O espetáculo volta a cartaz em março, no Bar Ocidente, e em abril, na Sala Álvaro Moreyra.

Perfil

Organizado pelo editor de Teatro de Zero Hora, Renato Mendonça, este espaço reúne críticas, opiniões de artistas, vídeos e ensaios fotográficos relacionados às artes cênicas.

Para falar com o blogueiro:

renato.mendonca@zerohora.com.br

Para conhecer o blogueiro:

www.renatomendonca.com

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1&section=Blogs&p=1&coldir=2&blog=359&topo=3951.dwt&uf=1&local=1





domingo, dezembro 21, 2008

Mais uma crítica, agradecido amigo!

Felipe V. disse...

Fui ver Teresa e o Aquário e sai mal do teatro. E ao mesmo tempo muito feliz. A impressão que eu tive é que estava diante de algo realmente novo, não novo no mundo da arte (o espetáculo é uma explosão de referências maravilhosas), mas novo aos olhares de Porto Alegre. O público, atônito em muitos momentos, saia do Teatro São Pedro a cada nova cacetada dada pelo espetáculo. A platéia foi ficando cada vez mais vazia, e o espetáculo ficando cada vez mais perturbador. E lindo! Teresa e o Aquário foi uma epopéia imagética, uma profusão pictórica de vísceras e água, algo difícil de engolir, quase impossível de digerir e que ficará na minha cabeça por muito tempo. Talvez seja um dos trabalhos que melhor define a expressão de uma amiga minha, a Mary: contemplar é um ato violento. Ousadia e beleza caminhando de mãos dadas é uma das melhores coisas que podem acontecer numa obra de arte. Lisandro, a cena em que enfrentas o trânsito é espetacular. Sissi, passei metade da peça de boca aberta. Tu simplesmente destrói. Aquela cena da vaca é um absurdo de impressionante, to pensando até agora naquilo! A luz está linda, a trilha ao vivo é incrível, os vídeos são mágicos, a direção é sensível, precisa e inteligente. Enfim, não tenho muito o que dizer senão dar os meus mais sinceros parabéns a Cia. Espaço Em Branco!


Felipe Vieira de Galisteo

  • Idade: 26
  • Sexo: Masculino
  • Signo astrológico: Áries
  • Ano do zodíaco: Cachorro
  • Atividade: Artes
http://teatrosarcaustico.blogspot.com/

ESTREAMOS!!! Uma primeira crítica:

Teresa e o Aquário


Contemplar-se

“Entra Jasão e dirige-se à Medéia (...)

MEDÉIA

Maior dos cínicos! (É a pior injúria que minha língua tem para estigmatizar a tua covardia!) Estás aqui, apontas-me, tu,meu inimigo mortal? Não é bravura, nem ousadia, olhar de frente os ex-amigos depois de os reduzir a nada! O vício máximo dos homens é o cinismo. Mas, pensando bem, é preferível ver-te aqui; abrandarei meu coração retribuindo teus insultos e sofrerás ouvindo-me. (...) Tratado assim por nós, homem mais vil de todos, tu me traíste e já subiste em leito novo! (...) Ah! Esta mão direita e estes meus joelhos que tantas vezes seguraste! Ah! Foi em vão que tantas vezes me abraçaste, miserável! Como fui enganada em minhas esperanças!... (...)

Não quero uma felicidade tão penosa, nem opulência que me esmague o coração!”

EURÍPIDES. Medéia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, (s.d.). P. 36 – 41.

________________________________________________

Há um aquário que, um dia, fica vazio porque a água toda escorre pela casa como também o amor escorre por todo o mundo quando estamos apaixonados. Há um peixe dentro do aquário que está vazio porque a água, assim como o amor, foi embora. O peixe não se convence da morte e luta contra ela. Então, encosta sua cabeça no fundo tentando respirar até que não se lembra mais de nada.

Tereza estava com cabeça no fundo do seu aquário quando Ele voltou. Ele, seu ex-marido que se foi, que não a valorizou, que partiu, que sumiu a inundar o mundo. Ele volta. Chama por ela uma vez. Quer falar. Chama outra. E outra. E outra. Ela resiste. Os dois brigam. O amor, como água se foi. Que ele também se vá.

Tereza veste um vestido branco sem nada além de branco como também é o chão. Ele veste uma calça preta sem nada cobrindo o peito. Os dois estão descalços. A luz é geral. O aquário é um balde comum cheio de água comum. Nem uma única palavra é dita.

_____________________________________________________


Eurípides escreveu Medéia em 431 a. C. João de Ricardo pré-estreou “Tereza e o Aquário” ontem. Um marido que se vai. Uma mulher que fica. Um rancor que se guarda.

O que há entre João de Ricardo e Eurípides é 2.439 anos de diferença. O que há entre nós e João de Ricardo é um caminho incerto entre o que fazemos e sentimos e o que percebemos que fazemos e o que percebemos que sentimos. Porque qualquer um pode montar Medéia hoje, mas não é qualquer um que representar a si mesmo, a sua geração, o nosso conflito. Não é da relação homem e mulher que falamos ao citar Medéia. Tampouco ao enaltecer os valores de Tereza e o Aquário, produção da Espaço em Branco. Mas é porque o cinqüentão Eurípides contou a sua versão e utilizou o seu tempo para contar a história que queria. Hoje lemos a tragédia e sentimos o século IV antes de Cristo. Agora, assistimos a “Tereza” e nos sentimos como parte de uma história no quase verão de 2008-2009. João de Ricardo, trintão, nos deixa sentir o nosso próprio tempo. Somos no palco.

Não temos regras e as que há não incidem sobre nossas decisões como outrora aconteceu com nossos pais. Os atores não definem um fim ou um início. Sissi Venturin come bergomotas (?) e Lisandro Bellotto faz nós em gravatas. Nem sempre sabemos o que dizer, nos debatemos como loucos em busca do quê e de que formas se expressar. Tereza se joga no chão, baila sobre a atriz que a interpreta. E a liberdade conquistada antes de nós nos deixa sem ideologia, imersos sobre luzes coloridas e bichos pequenos vistos como se fossem grandes. Nossos celulares tocam até mesmo quando estamos fazendo cocô, personagens de uma tragédia grega, dispostos conforme nos pedem os deuses sem que saibamos bem quais, quem e quantos são eles. Nossa visão não é/está nítida porque estamos no fundo do mar e olhamos com olhos de mergulhadores para a realidade que nos envolta.

Duas horas de um espetáculo que nos coloca como Tereza a olhar o seu aquário e ver-se no lugar do peixe. Poderia ser uma hora e meia, houvesse menos projeção e mantida a atuação no valor que já tem. Afinal, o sublime do espetáculo está nas sementes e não na árvore inteira que cresce na medida em que a água dos aquários sai.

O onírico está em contemplar-se com interesse e emoção. Palmas!

Rodrigo Monteiro

Licenciado em Letras - Português/Inglês pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos.Bacharel em Comunicação Social - Habilitação Realização Audiovisual pela mesma universidade. E mestrando em Artes Cênicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
http://teatropoa.blogspot.com/

sexta-feira, dezembro 12, 2008

Teresa e o Aquário estréia!


Convido a todos os amigos para a estreia do mais novo espetáculo da Cia. Espaço em BRANCO dirijido por mim. Dia 20, 20h no Theatro São PEdro. A Entrada é FRANCA!

segunda-feira, julho 28, 2008

WORKSHOP!

A Cia Espaço em BRANCO está desenvolvendo o projeto teatral Teresa e o Aquário, vencedor do Palcohabitasul 2008.
-- Projeto Desmontagem Cênica --
O Workshop "Processos Criativos na Cia. Espaço em BRANCO" será um espaço aberto para troca de experiências entre a Cia. e os espectadores, colegas, amigos e interessados. Ele ocorrerá durante dois turnos, tendo como propositor o encenador João de Ricardo. O primeiro será uma atualização sobre os caminhos e processos que a Cia. vem desenvolvendo nos últimos anos e no segundo momento teremos o prazer de contruir coletivamente o primeiro recorte vivo do espetáculo que estamos montando: Teresa e o Aquário.
As inscrições podem são feitas pelo email

teresaeoaquario@gmail.com

pedimos uma pequena carta de intenção, nome , idade e profissão. As vagas, por motivos de espaço, estarão limitadas a 15 inscritos.

a programação do ano além de material referencial do processo está em
www.teresaeoaquario.blogspot.com
o workshop ocorrerá sexta-feira, dia 01 de agosto, das 09h às 12h e das 14h às 18h, gratuitamente.
Por favor, divulgue para seus amigos ou pessoas que possam ter interesse em participar. Obrigado!

segunda-feira, junho 16, 2008

TERESA E O AQUÁRIO: A NOVA PEÇA DA CIA ESPAÇO EM BRANCO



O projeto vencedor do VIII Prêmio palcohabitasul de Montagem Cênica foi "Teresa e o Aquário".

Jurados: Alejandro Ahmed (Cena 11 - Florianópolis), Félix Bressan, Paulo Balardim e Zoravia Betiol.

Parecer de Alejandro:

Meu voto vai para Teresa e o Aquario da Cia. Espaço em Branco.

O projeto apresenta maior completude em relação aos itens solicitados no regulamento do Prêmio.

O maior detalhamento do planejamento criativo e prático aponta para maior potencial de realização eficiente da montagem.

A proposta de trabalhar com Teatro, Dança e Dramaturgia para estruturar o sistema de concepção da obra sugere investigação interdisciplinar e pode gerar novas estratégias de tratar a cena.

A proposta de Desmontagem cênica procura abranger desde o processo até o acesso facilitado ao público.

O acompanhamento dos ensaios pelo Dramaturgo propõem uma organização espontânea e de real troca entre as áreas.

Parecer de Paulo:

"Teresa e o aquário" aponta para uma linha investigativa teatral, a qual utilizará variados elementos artísticos em prol da externalização das subjetividades textuais e das capacidades dos atores.
O projeto contém substancial coerência, tanto em sua concepção quanto em sua metodologia e a equipe técnica e elenco envolvidos já apresentam uma trajetória significativa no tipo de proposta cênica apresentada, apesar de ser uma companhia jovem. Com isso, espera-se que a qualidade final do trabalho corresponda fidedignamente ao capricho com o qual foi meticulosamente elaborado o projeto.

Votação internet:
272 - Teresa e o Aquário
17 - Funerária Brasil S/A

FONTE:

http://www.palcohabitasul.com.br/7montagemrs/default.asp?coduf=1&pg=vencedor

Da 25 de junho estou indo para Porto com a Alegre responsabilidade de criar com meus companheiros artistas da Cia Espaço em BRANCO um novo espetáculo. Mais do que um espetáculo, Teresa é desde já território de investigação, de trasbordamento de memórias e afetos, pessoais e do próprio coletivo de artistas.
O espetáculo também já é máquina desejante de atualizar as relações artíticas da Cia, cruzando as experiências "solo" que tivemos de Andy/Edie até agora.
Desde já ta convido os amigos da Cia. a se juntarem a nós e colaborarem no projeto. O processo pretende-se bastante poroso e a sala de ensaio terá acesso a quem desejar estar conosco.

Abraços

JdR
(preparando as malas e a coragem)

sexta-feira, maio 30, 2008

Teresa vence votação por Internet



A Cia Espaço em BRANCO e eu, estamos muito agradecidos a todos os amigos que ajudaram votando no projeto Teresa e o Aquário.
Acaba de sair o resutado, e pela votação pela internet tivemos
268 votos. Assim, vencemos esta fase.
vc pode conferir aqui
Lembro a todos que o voto da internet vale um ponto na votação final que vai ocorrer na próxima semana pelos jurados do Prêmio Palco Habitasul.
Vamos continuar torcendo pela chance de continuarmos desenvolvendo a criação teatral da Cia Espaço em BRANCO.
Mais uma vez, agradecido

JdR

Na foto estão Rodrigo Scalari, Lisandro Belotto, Sissi Venturin e João de Ricardo

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

FUGA! No SESC Paulista


http://www.lumeteatro.com.br/fuga

PRIMEIRO SINAL

Fuga!

SESC Avenida Paulistapg1_transp

21/02 a 10/04.

Quinta, às 20h.

Com o Núcleo Fuga! (Campinas) formado por Ana Clara Amaral, Carolina Laranjeira, Eduardo Albergaria e Evelyn Ligocki. Direção: Norberto Presta. Assistência de Direção e vídeos: João de Ricardo Provocação Cênica: Jussara Miller e Renato Ferracini. Memórias, evocações e projeções dos performadores criam um espetáculo entre o teatro, a dança e a performance. Partindo de situações de espelhamento, provocações e compartilhamento de sensações, o espetáculo cria um ambiente físico/sensível, que possibilita diferentes leituras, em uma proposta que constrói sua lógica própria, trazendo o público para dentro da cena e, em alguns momentos, os performadores para fora dela. Configurado como um laboratório de experimentação dentro do espaço Lume, o Núcleo Fuga! busca, em seu primeiro trabalho, experimentar a potencialidade criativa que a união entre atores e bailarinos traz, a partir de procedimentos do Lume-teatro e da técnica Klauss Vianna de dança. No espaço Teatro de Câmara (duração: 50 minutos - recomendado para maiores de 14 anos)

R$ 8,00
[inteira]

R$ 4,00
[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]

R$ 2,00
[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]